Solidão
já nem sei definir
talvez seja
apenas prisão
onde me
escondo
tentando
fugir
de tudo que
dói.
Este singelo espaço criei para expor meus quadros, alguns desenhos e também para registrar meus poemas e reflexões. Porque pintar, desenhar e escrever são minhas paixões desde sempre.
Solidão
já nem sei definir
talvez seja
apenas prisão
onde me
escondo
tentando
fugir
de tudo que
dói.
Adeus – poesia!
foste
morrendo aos poucos
com uma dose
a cada dia
do veneno
mundano
da imundície
humana
da crueldade
insana
uma fio de
esperança
no vazio da
leveza
atiça a
lembrança
do tempo sem
dor
e pelo canto
da boca
vindo da
profundeza
escapa:
“até breve –
poesia”.
O céu tão azul
Sobre nossas cabeças
Tingido de chumbo
(E vermelho sangue)
Para que um povo pereça.
Quanto mais tempo
Deito o olhar
Sobre as coisas deste mundo
Mais fico a cismar
Estupefata
E mais ainda me confundo.